Soja, milho e algodão até 2036: o que as projeções indicam para o agronegócio brasileiro

Quanto o agronegócio brasileiro ainda pode crescer na próxima década?

As projeções apresentadas pela Cogo Inteligência em Agronegócio apontam para uma expansão relevante de soja, milho e algodão até 2036, acompanhada por novas demandas vindas dos biocombustíveis, do mercado interno e das exportações.

O ponto de partida já é elevado. Na safra 2025/26, a produção brasileira de grãos está estimada pela Conab em 360,8 milhões de toneladas. A soja alcançou 180,5 milhões de toneladas e o milho deve chegar a aproximadamente 143 milhões de toneladas.

Para os próximos dez anos, porém, o crescimento pode ir além do aumento da produção de alimentos. Biodiesel, etanol de milho e outros biocombustíveis começam a ganhar peso na demanda por grãos.

Qual é a projeção para a soja brasileira até 2036?

No cenário-base apresentado pela Cogo, a área cultivada com soja pode passar de 48,6 milhões de hectares em 2026 para 57,4 milhões de hectares em 2036.

São 8,8 milhões de hectares adicionais em dez anos, uma expansão acumulada de 18,1%.

Considerando também um ganho médio de produtividade de 0,9% ao ano, a produção brasileira poderia atingir:

232 milhões de toneladas de soja em 2036.

As exportações, por sua vez, poderiam alcançar 148 milhões de toneladas.

A expansão projetada significa que o Brasil precisará produzir mais tanto para continuar atendendo o mercado externo quanto para suprir uma demanda doméstica crescente.

A China continuará importante para a soja brasileira?

O estudo projeta continuidade do crescimento das compras chinesas, porém em ritmo mais moderado.

As importações de soja pela China poderiam passar de aproximadamente 115 milhões de toneladas em 2026 para 136 milhões em 2035, segundo o cenário apresentado pela Cogo.

Entre 2028 e 2035, a taxa média de crescimento estimada é de 2,4% ao ano.

Para o Brasil, o cenário combina duas necessidades: continuar competitivo no mercado chinês e ampliar a presença em outros destinos.

Mas existe outro componente importante para a soja que está dentro do próprio Brasil.

O biodiesel pode impulsionar ainda mais a demanda por soja?

A projeção indica que sim. Segundo o estudo, o óleo de soja representou 85% das matérias-primas empregadas na produção brasileira de biodiesel em 2026.

Com o crescimento projetado dessa indústria, o esmagamento de soja necessário para atender a demanda ligada ao biodiesel poderá chegar a 94,5 milhões de toneladas em 2035, gerando também aproximadamente 75,6 milhões de toneladas de farelo.

Isso significa que a expansão da soja brasileira tende a depender de dois grandes mercados simultaneamente: exportação e processamento interno.

Para o produtor, a consequência é um mercado em que alimento, ração animal e energia passam a disputar e ampliar a demanda pela mesma matéria-prima.

Qual é a projeção para o milho até 2036?

No milho, a transformação projetada é ainda maior.

A área brasileira destinada ao milho de segunda safra pode aumentar de 17,8 milhões de hectares em 2026 para 29,9 milhões em 2036.

É uma expansão de 68,4% em dez anos, equivalente a aproximadamente 12,1 milhões de hectares adicionais.

Segundo a projeção, a produção somente da segunda safra poderá chegar a:

211,6 milhões de toneladas em 2036.

As exportações brasileiras de milho, por sua vez, poderiam atingir 77,8 milhões de toneladas.

O estudo considera ganhos médios de produtividade de 1,5% ao ano e crescimento de aproximadamente 3,5% ao ano no consumo interno.

É justamente nessa demanda doméstica que aparece um dos principais motores da expansão.

Por que o etanol pode mudar o mercado de milho?

O avanço das usinas de etanol de milho cria um mercado consumidor cada vez mais relevante dentro do país.

O Brasil já reúne 58 empreendimentos relacionados ao segmento, entre plantas em funcionamento, autorizadas, em construção e novos projetos.

A concentração continua forte em Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul e Paraná, mas existem projetos avançando para outras regiões.

Isso muda a dinâmica econômica do milho.

Parte da produção pode ser consumida mais perto das regiões produtoras, reduzindo a dependência exclusiva da exportação e criando demanda industrial permanente pelo cereal.

Além do etanol, as usinas produzem coprodutos como os grãos secos de destilaria, conhecidos como DDG e utilizados principalmente na alimentação animal.

A oferta brasileira de DDG pode quase dobrar, passando de 11,1 milhões de toneladas em 2025/26 para 21,8 milhões em 2034/35.

O Brasil pode ganhar participação no mercado mundial de milho?

A participação brasileira no comércio mundial do cereal poderia avançar de 22% em 2026 para 25% em 2036.

O crescimento combina aumento da produtividade, expansão da segunda safra, maior consumo doméstico e manutenção das exportações.

Isso também aumenta a importância da eficiência dentro da propriedade.

Produzir duas culturas na mesma área dentro de janelas cada vez mais ajustadas exige máquinas disponíveis, abastecimento organizado e redução de paradas durante plantio e colheita.

E o algodão?

O algodão também aparece entre as culturas com perspectiva relevante de expansão.

A área cultivada pode passar de aproximadamente 2 milhões de hectares em 2026 para 2,55 milhões em 2036.

Com ganhos projetados de produtividade de 1,5% ao ano, a produção brasileira de algodão em pluma poderia chegar a 5,92 milhões de toneladas, enquanto as exportações poderiam atingir 5,1 milhões de toneladas.

Nesse cenário, a participação brasileira no comércio mundial passaria de cerca de 35% para 45%.

O crescimento seria sustentado principalmente pelas exportações.

E a cana-de-açúcar?

Para a cana, a transformação projetada está menos relacionada simplesmente ao aumento da área e mais à diversificação do que pode ser produzido a partir dela.

Além de açúcar e etanol, a cadeia sucroenergética pode ampliar sua participação em mercados como:

  • bioeletricidade;
  • biometano;
  • combustível sustentável de aviação;
  • biocombustíveis para transporte marítimo;
  • bioquímicos;
  • produtos ligados à descarbonização.

O cenário é de uma propriedade agrícola cada vez mais conectada também ao mercado energético.

O que essas projeções significam para quem produz?

Mais hectares e mais produtividade significam também maior intensidade de uso dos ativos agrícolas.

Tratores, colheitadeiras, pulverizadores, caminhões, equipamentos de apoio e comboios precisam trabalhar dentro de janelas específicas e com cada vez menos espaço para paradas, atrasos e desperdícios.

Por isso, o crescimento projetado para o agronegócio não depende somente da expansão física das lavouras.

Depende da capacidade de produzir mais por hectare e utilizar melhor máquinas, insumos, combustível e mão de obra.

A própria projeção para o milho considera ganhos de produtividade sustentados por mecanização, genética e melhorias no manejo.

Quanto maior a produção, maior a necessidade de controlar o combustível?

O combustível está diretamente ligado ao trabalho realizado pelas máquinas agrícolas.

Em uma propriedade que aumenta área plantada, número de equipamentos ou quantidade de horas trabalhadas, acompanhar somente o volume total comprado oferece pouca informação para a gestão.

É necessário saber:

  • Qual equipamento recebeu o combustível?
  • Quantos litros foram liberados?
  • Quem realizou o abastecimento?
  • Qual era o hodômetro ou horímetro?
  • Qual é o consumo médio daquele ativo?
  • Há diferenças relevantes entre máquinas semelhantes?

É nesse ponto que o crescimento da produção se conecta à gestão de combustível.

O ÈPTÁ SGA, da 7TEC Automação, automatiza o controle de abastecimento e permite registrar os dados de cada liberação de combustível, criando maior rastreabilidade sobre o consumo da frota e dos equipamentos.

O próximo ciclo do agro será também um ciclo de eficiência

As projeções até 2036 mostram um agronegócio brasileiro maior e mais diversificado.

A soja pode atingir 232 milhões de toneladas. A segunda safra de milho pode superar 211 milhões. O algodão pode ampliar significativamente sua presença no mercado internacional. Biodiesel e etanol de milho criam novas fontes de demanda dentro do próprio país.

O crescimento, porém, tende a vir acompanhado de um desafio de gestão.

Mais área exige mais produtividade. Mais máquinas exigem mais controle. E mais combustível movimentado exige informação suficiente para identificar quanto cada equipamento consome e quanto efetivamente entrega.

A próxima década do agronegócio brasileiro poderá ser marcada por recordes de produção.

Para quem está dentro da fazenda, o desafio será transformar esse crescimento em eficiência.

Perguntas frequentes sobre as projeções do agronegócio

Quanto o Brasil poderá produzir de soja em 2036?

Segundo o cenário-base apresentado pela Cogo Inteligência em Agronegócio, a produção brasileira poderá atingir 232 milhões de toneladas, com 57,4 milhões de hectares cultivados.

Quanto o milho de segunda safra poderá produzir em 2036?

A projeção indica até 211,6 milhões de toneladas, em uma área próxima de 29,9 milhões de hectares.

O que deve impulsionar o crescimento da soja?

As exportações continuam relevantes, mas a expansão do biodiesel também deve aumentar a demanda doméstica por óleo e pelo processamento da soja.

O que deve impulsionar o crescimento do milho?

Além das exportações, a expansão do etanol de milho aparece como um dos principais vetores de demanda interna para a próxima década.

Por que a gestão de combustível é importante nesse cenário?

Porque o aumento da área cultivada, da mecanização e da intensidade de uso da frota aumenta a necessidade de acompanhar o consumo por equipamento. Dados de abastecimento ajudam a medir custos, comparar máquinas e identificar desvios.

TEXTO 3: Inteligência artificial no agronegócio: como dados já estão gerando produtividade e economia no campo

Meta descrição: Veja como a inteligência artificial no agronegócio ajuda a aumentar produtividade, reduzir desperdícios e transformar dados em decisões mais precisas.

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A inteligência artificial já está ajudando empresas do agronegócio brasileiro a prever safras, identificar falhas no plantio, detectar incêndios, direcionar o uso de defensivos e acessar informações com mais rapidez.

O ponto em comum entre essas aplicações é o uso de dados para indicar onde agir, reduzir desperdícios e melhorar a utilização dos recursos. Drones, imagens de satélite, sistemas de análise e assistentes virtuais estão sendo incorporados ao dia a dia do setor.

Para empresas como a 7TEC Automação, esse mesmo princípio pode ser aplicado a um recurso que impacta diretamente os custos de fazendas e empresas agrícolas: o combustível.

Como a inteligência artificial já está sendo usada no agronegócio?

A IA no agronegócio é utilizada para analisar grandes volumes de informações e encontrar padrões que ajudam gestores a decidir onde concentrar recursos.

Drones por exemplo podem capturar imagens em alta definição para localizar falhas no plantio e presença de ervas daninhas. Com essa informação, a equipe consegue direcionar replantio e aplicação de defensivos exatamente para os pontos necessários.

O resultado é uma aplicação direta da tecnologia sobre duas questões fundamentais para o agronegócio: produtividade e custo.

Quanto mais precisa é a informação, mais direcionada pode ser a utilização dos recursos.

A inteligência artificial consegue prever uma safra?

Já existem aplicações com esse objetivo.

Na prática, a tecnologia cruza grandes volumes de informação para antecipar cenários que seriam muito mais difíceis de identificar apenas por acompanhamento manual.

Esse tipo de aplicação mostra uma mudança importante na gestão do agronegócio.

A tecnologia passa a ajudar o gestor a responder perguntas antes que o fechamento de um ciclo produtivo mostre o resultado.

Essa lógica também pode ser aplicada a outras áreas da propriedade.

Se existem dados suficientes sobre produção, máquinas, abastecimentos e consumo, é possível antecipar problemas e direcionar a atenção para aquilo que foge do comportamento esperado.

O que faz a IA gerar economia no agronegócio?

A economia aparece quando a informação permite usar melhor os recursos disponíveis.

Se uma imagem identifica exatamente onde existe uma falha no plantio, o replantio pode ser direcionado.

Se a tecnologia localiza onde estão as ervas daninhas, a aplicação de defensivos pode se concentrar nessas áreas.

Se um sistema detecta um foco de incêndio rapidamente, o tempo de reação pode diminuir.

Em todos esses casos, a inteligência artificial atua sobre uma mesma lógica:

dados → análise → identificação → decisão.

É essa sequência que transforma tecnologia em resultado.

E ela também explica por que a IA pode ter um papel importante na gestão de combustível.

O combustível também pode fazer parte dessa agricultura orientada por dados

Tratores, colheitadeiras, pulverizadores, caminhões, geradores e outros equipamentos movimentam diariamente grandes volumes de combustível dentro do agronegócio.

Cada abastecimento também gera dados. E quando essas informações são registradas e centralizadas, o combustível passa a ser analisado com uma lógica semelhante à aplicada em outras tecnologias agrícolas.

O gestor consegue sair do valor total consumido pela propriedade e aprofundar a análise até cada veículo, máquina, motorista, período ou unidade.

ÈPTÁ SGA: a inteligência começa na coleta do dado

Para utilizar dados de combustível de forma estratégica, existe uma etapa anterior à inteligência artificial: garantir informação confiável desde o abastecimento.

É justamente essa uma das funções do ÈPTÁ SGA, da 7TEC Automação.

O sistema integra o controle do abastecimento ao software de gestão, permitindo autorizar e identificar abastecimentos e centralizar o histórico das movimentações. A plataforma registra informações e possibilita acompanhar o consumo por veículo, motorista, período, unidade e outros critérios.

Na prática, cada abastecimento passa a construir uma base histórica.

Essa base permite responder perguntas importantes para quem administra máquinas no campo:

  • Quanto cada equipamento consumiu?
  • Existem diferenças relevantes entre máquinas semelhantes?
  • O consumo aumentou em determinado período?
  • Existem movimentações fora do comportamento habitual?
  • Quanto combustível determinada atividade está exigindo?

A qualidade dessas respostas começa na qualidade do registro.

O problema mudou: hoje existe cada vez mais informação para analisar

O avanço da digitalização trouxe uma nova questão para os gestores.

Sensores, máquinas, ERPs, sistemas de monitoramento, telemetria e plataformas agrícolas produzem uma quantidade crescente de dados.

Na gestão de combustível ocorre um fenômeno semelhante.

Conforme aumenta o número de veículos e equipamentos, analisar manualmente milhares de registros de abastecimento se torna cada vez mais complexo.

Um gestor pode ter acesso a diversas planilhas e relatórios e ainda assim demorar para encontrar aquilo que realmente exige sua atenção.

Foi a partir dessa necessidade que a 7TEC desenvolveu uma nova etapa do ecossistema ÈPTÁ.

ÈPTÁ ONE: inteligência artificial aplicada aos dados de abastecimento

Em 2026, a 7TEC lançou o ÈPTÁ ONE, inteligência artificial desenvolvida para trabalhar conectada aos dados gerados pelo ÈPTÁ SGA.

A solução utiliza o histórico existente no ambiente do cliente para apoiar análises sobre abastecimentos, veículos, equipamentos e comportamento de consumo.

O gestor pode interagir com a ferramenta em linguagem natural e solicitar análises contextualizadas, como investigar variações de consumo ou comparar o desempenho de equipamentos.

Essa característica aproxima a gestão de combustível da transformação que já acontece em outras áreas do agronegócio.

Na lavoura, a IA analisa imagens para mostrar onde agir. Na gestão de abastecimento, a IA pode trabalhar sobre os dados para ajudar o gestor a identificar onde precisa olhar com mais atenção.

IA no agronegócio depende de uma base confiável

A inteligência artificial consegue ampliar a capacidade de análise, mas sua qualidade está diretamente relacionada aos dados disponíveis.

  • Uma previsão de safra precisa de imagens e históricos confiáveis.
  • Um sistema de detecção de incêndios precisa receber imagens adequadas.
  • Uma análise de consumo de combustível também precisa partir de registros corretos.

Por isso, a evolução tecnológica da gestão de abastecimento acontece em etapas complementares. 

Com o ÈPTÁ SGA, a 7TEC estrutura e centraliza os dados dos abastecimentos.

Com o ÈPTÁ ONE, esses dados passam a alimentar uma nova camada de análise e interação com o gestor.

A conectividade ainda é um desafio para a IA no campo

Cerca de 70% das áreas agrícolas brasileiras ainda enfrentam ausência de acesso à internet, apontando a conectividade como uma das barreiras à expansão dessas tecnologias.

Esse cenário ajuda a explicar por que tecnologias destinadas ao agronegócio precisam considerar as condições reais do campo.

Distâncias elevadas, áreas remotas, máquinas espalhadas pela propriedade e diferentes níveis de infraestrutura fazem parte da rotina de muitas empresas.

A transformação digital do agro, portanto, também depende de soluções desenvolvidas para funcionar dentro dessa realidade.

O verdadeiro ganho da inteligência artificial no agronegócio

O maior potencial está em aproximar a informação da decisão.

Drones, imagens de satélite e sensores ampliam a capacidade de enxergar o que acontece na lavoura.

Sistemas de automação ampliam a capacidade de registrar o que acontece com máquinas e recursos.

A inteligência artificial acrescenta uma camada capaz de processar esse volume de informação e ajudar o gestor a encontrar respostas com maior rapidez.

Para a gestão de combustível, isso significa evoluir de uma pergunta ampla como:

“Quanto combustível a fazenda gastou?”

para questões mais úteis:

  • “Onde esse combustível foi consumido?”
  • “Qual equipamento está fora do padrão?”
  • “Onde existe oportunidade de reduzir custo?”
  • “Que informação exige uma decisão agora?”

Inteligência artificial no agro: eficiência começa pelo dado

O avanço da IA no agronegócio mostra que produtividade depende cada vez mais da capacidade de interpretar informações.

O ÈPTÁ SGA cria a base de dados ao automatizar e registrar os abastecimentos. O ÈPTÁ ONE amplia a capacidade de trabalhar essas informações e apoiar a tomada de decisão.

Para uma propriedade que movimenta milhares de litros, cada abastecimento pode representar mais do que uma saída do tanque.

Pode gerar informação sobre consumo, equipamentos e comportamento da frota.

À medida que o agronegócio se torna mais tecnológico, essa capacidade de transformar dados em decisões passa a fazer parte da própria busca por produtividade e economia.

Perguntas frequentes

Como a inteligência artificial aumenta a produtividade no agronegócio?

A IA analisa dados de diferentes fontes, como imagens de drones, satélites, sensores e sistemas de gestão, para identificar padrões e apoiar decisões. Já existem aplicações em previsão de safra, detecção de incêndios, identificação de falhas no plantio e direcionamento do uso de defensivos.

Como a IA pode reduzir custos no campo?

A tecnologia ajuda a direcionar recursos para onde são necessários e a identificar situações que exigem intervenção. Isso pode reduzir desperdícios, melhorar a utilização de insumos e acelerar decisões.

Como a inteligência artificial pode ser usada na gestão de combustível?

Quando existe uma base estruturada de abastecimentos, a IA pode ajudar a analisar históricos, investigar variações de consumo e apresentar informações contextualizadas para o gestor.

O que é o ÈPTÁ SGA?

O ÈPTÁ SGA é o sistema de gestão de abastecimento da 7TEC Automação. Ele automatiza e centraliza o controle dos abastecimentos, criando históricos por veículos, motoristas, unidades e períodos.

O que é o ÈPTÁ ONE?

O ÈPTÁ ONE é a inteligência artificial da 7TEC conectada aos dados gerados no ambiente do ÈPTÁ SGA. A ferramenta foi desenvolvida para facilitar análises e apoiar decisões relacionadas à gestão de combustível.

Por que os dados são importantes para a inteligência artificial?

Porque as análises dependem da qualidade e do contexto das informações disponíveis. Registros estruturados permitem que a IA encontre padrões e produza respostas mais úteis para a gestão.